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"C"Extas de Cultura

Entre outubro e junho, as sextas-feiras são o lugar de espetáculos intimistas no Auditório da ESPAM, em Santo André. Os encontros acontecem uma vez por mês e sempre às 22 horas.

Festival Jazz AlémTejo

Em março, o Jazz Além Tejo traz aos nossos palcos alguns dos melhores artistas de jazz nacionais e estrangeiros. O festival internacional de jazz acontece há quase uma década em Santo André e Santiago do Cacém.

Quartas com Letras

Uma tertúlia de leitores que se reúne à volta dos livros uma vez por mês, de setembro a junho, sempre às quartas-feiras pelas 21 horas.

Bilhetes

Vila Nova de Santo André
Biblioteca Municipal Manuel José “do Tojal”  //  02 Café

Santiago do Cacém
Auditório Municipal António Chainho  //  Pastelaria Serra

Sines
A das Artes

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Filipe Sambado

28 de fevereiro às 22h00

Auditório da Esc. P. António Macedo

Vila Nova de Santo André


Filipe Sambado
inaugurou o seu percurso musical em 2012 com o EP “Isto Não É Coisa Pra Voltar a Acontecer”.  No entanto aconteceu mesmo e assim chegaram até nós 1,2,3,4 e Ups… Fiz Isto Outra Vez, que abriram caminho para Vida Salgada, o seu primeiro longa duração lançado em 2016. 

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Filipe Sambado

28 de fevereiro às 22h00

Auditório Esc. P. António Macedo

Vila Nova de Santo André

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Filipe Sambado
inaugurou o seu percurso musical em 2012 com o EP “Isto Não É Coisa Pra Voltar a Acontecer”.  No entanto aconteceu mesmo e assim chegaram até nós 1, 2, 3, 4 e Ups… Fiz Isto Outra Vez, que abriram caminho para Vida Salgada, o seu primeiro longa duração lançado em 2016. A este sucedeu-se Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo, editado em abril de 2018 com selo NorteSul / Valentim de Carvalho.

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Vila Nova de Santo André
Biblioteca Municipal Manuel José “do Tojal”  //  O2 Café

Santiago do Cacém
Auditório Municipal António Chainho  //  Pastelaria Serra

Sines
Livraria A das Artes

PERDEMOS UM AMIGO

Nasceu em Angola (M’banza Kongo), com o nome de Waldemar dos Santos Alonso de Almeida Bastos. Deixou-nos fisicamente no passado dia 10. Tinha 66 anos e era conhecido por Waldemar Bastos.

A guerra e o regime em Angola, obrigou-o à saída e por isso à diáspora. Viveu em Portugal, nos Estados Unidos, e um pouco por todo o mundo. Dizia com paixão que era português, africano de Angola e, um cidadão do mundo. E de quando em vez voltava à sua terra. Tinha esperanças, que um dia, a sua terra fosse o lugar de todos os angolanos.

No período colonial chegou a ser preso pela Pide. Era um militante da justiça, da liberdade e da fraternidade entre os homens. Sonhava por uma Angola unida sem rancores, mágoas ou ressentimentos. Apenas numa perspectiva de “amor ao próximo”.

Cantou África, cantou Angola, cantou e encantou. Com quem ele privou, conheceu um homem simples, franco, crítico e generoso. Sempre com um optimismo e uma confiança, que a fé não o deixava ser diferente. Mais do que o lamento, tinha na análise crítica das coisas, um lado de confiança na construção da sociedade, assente na fraternidade entre os povos. Numa irmandade universal.

O amor e a fraternidade eram-lhe temas caros. E por isso os cantava.

O “semba” corria-lhe na raiz criadora, mas a música de Waldemar é universal. As influências múltiplas, da pop dos anos 60, à música portuguesa e, também de outros ritmos africanos e do mundo, permitiram-lhe criar um estilo próprio. Cantando em português ou em kimbundu, cantava o amor, a terra, a fé e, as coisas simples da vida. A “Velha Chica” dedicada à avó paterna é um hino. Um testemunho biográfico de um tempo a que não queria voltar.

As riquezas poética, melódica e rítmica, das suas composições, granjearam-lhe reconhecimento em todo o mundo. Por isso, foi reconhecido como um músico da chamada “World Music”. Em 1999, o jornal New York Times considerou o disco “PretaLuz”, uma das melhores obras editadas naquele período. E recebeu o prémio de “Artista do Ano” nos World Music Awards. Trabalhou com reconhecidos nomes, de Chico Buarque a Arto Lindsay, de David Byrne à Orquestra Sinfónica de Londres, com quem gravou em 2012 “Classics of my Soul”. E por isso também, tem o seu nome gravado a letras de ouro nas Músicas de todo o Mundo.

Era um amigo da Quadricultura e, foi nosso convidado em dois concertos das “Cextas de Cultura”. O último em 2016.

Perdemos um amigo e a família da música ficou mais pobre.

Quando for oportuno, e numa reconhecida e merecida homenagem, reuniremos amigos e, num grande concerto, lembraremos um dos nomes maiores da lusofonia.

Até sempre amigo Waldemar.

"Quartas com Letras à luz das estrelas"

24 de junho

No Parque Central de V. N. de Santo André, junto ao CAFÉ O2, às 20h30.

Teremos à espera uma surpresa gastronómica. 🙂

Esperamos por vós, para partilhar as nossas leituras nos últimos tempos. 

jazz alémtejo 2020

13º encontro internacional do litoral alentejano

ADIADO até data a anunciar (por razões de saúde pública)

Santiago do Cacém
Vila Nova de Santo André

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Vila Nova de Santo André
Biblioteca Municipal Manuel José “do Tojal”  //  O2 Café

Santiago do Cacém
Auditório Municipal António Chainho  //  Pastelaria Serra

Sines
Livraria A das Artes

QUARTAS COM LETRAS
ADIADO
até data a anunciar (por razões de saúde pública)

O próximo encontro será  marcado por várias datas significativas, mas uma destaca-se de modo particular – o Dia Mundial da Poesia. Assim, reuniremos para falar de poesia, mais concretamente de poesia de intervenção, lembrando nomes como Ary dos Santos, Zeca Afonso ou o recentemente desaparecido José Mário Branco, entre outros.

E como março é também um mês em que recordamos o papel das mulheres e a sua participação ativa na luta pelos seus direitos e pela transformação da sociedade, iremos também lembrar a nossa querida Sophia de Mello Breyner Andresen ou a carismática e inigualável Natália Correia.

Sala 10 do CAPAG – Centro de Formação de Professores Alda Guerreiro (com acesso independente pelo exterior).

Rita Redshoes e Bruno Santos

Data a anunciar

Auditório António Chainho – Santiago do Cacém

geral@quadricultura.pt

QUADRICULTURA Associação